segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ensino: Domiciliar x Escolar. O confronto é justo?

Há quem diga que o ensino se dá de uma maneira mais eficiente quando ensinada em casa e pelos pais, porém, em contrapartida, outros defendem o convívio escolar indispensável. Essa será nossa discussão neste post!
Eu acredito que quando os ensinamentos dos conteúdos escolares são praticados em casa, pelos pais, há uma grande possibilidade de esses ensinamentos serem superior (no quesito conteúdo, abrangência, foco e referências) ao recebido por um estudante da mesma idade que frequenta a escola. Isso é bom porque vai elevar o nível de conteúdo deste, que está sendo ensinado pelos pais. Porém, também há o lado ruim, que considero mais relevante e que desequilibra a balança pesando mais para o lado da escola. Quando um indivíduo está submetido à educação domiciliar ele acaba ficando de fora do convívio que teria com pessoas de sua mesma mesma idade e de outras autoridades que não os pais, se estivessem em ambiente escolar. De um jeito ou de outro a instituição escolar tenta simular a vida dos alunos quando eles não estiverem mais na escola, sobretudo, quando estiverem em um ambiente de trabalho. Tenta-se reproduzir um ambiente que tem regras a serem seguidas e exige do indivíduo pontualidade, disciplina, respeito, educação e, claro, conhecimento.
No que diz respeito à pontualidade, a escola tem os seus horários bem definidos e os alunos são obrigados a segui-los. Quando em domicílio, pode não haver esse tipo de regra, dependendo, claro, dos pais imporem ou não horários para as práticas dos ensinamentos.
Colocando agora como objeto o aluno, em casa, se por ventura ele se exaltar, como fatalmente acontece nas escolas com alguns estudantes, o "castigo" eventualmente não será o mesmo se este estivesse no colégio, e considerando uma infração muito grave, dificilmente o estudante será expulso de casa, como poderia acontecer de ser "convidado a se desvincular" da escola.
E, claro, a qualidade do ensino... Acho que nem precisa dizer que os pais devem ser qualificados e saberem oferecer um conteúdo digno e responsável a seu filho, como os professores fazem (ou deveriam fazer) com seus alunos.
Agora, voltando a falar do que é bom no ensino domiciliar, destaco a infra-estrutura do "local de ensino", que em casa com certeza é mais confortável e muito provavelmente há garantia de um computador com acesso à internet disponível para o estudante, o que não é realidade em todas as escolas brasileiras, infelizmente!
O que é a mais pura verdade é que são poucos que podem praticar o ensino do filho em sua própria residência. Apenas os que possuem um elevado grau de instrução é que praticam esse tipo de ensino. Quando se tratando de ensino domiciliar mas com a intervenção de professores particulares, o que conta é a renda. Esse tipo de ensino diferencia-se do praticado pelos pais pelo fato de ter uma outra pessoa ensinando que não os pais (e também não é da família (mas está na sua casa!)). Também há horários a serem seguidos e um profissional a ser respeitado.
Não é justo haver rivalidade entre casa e escola quando está em jogo a educação e o futuro de uma geração. Considerando a realidade do ensino público juntamente com a realidade da vida da massa brasileira, nem uma coisa nem outra faz-se suficiente para uma educação de qualidade. Nós temos escolas caindo aos pedaços, sem o mínimo de infra-estrutura para atender os nossos estudantes e sem um mínimo de dignidade para os nossos professores exercerem suas funções, sem contar a falta de respeito com esses profissionais quando coloca-se o salário que eles recebem em jogo. No mesmo barco estão as famílias brasileiras, que tentam a todo custo sobreviver com um salário mínimo, sem ter sequer o Ensino Médio concluído, sem poder usufruir dos seus direitos; educação, ir e vir, segurança, saúde, moradia... que dirá poder ensinar os filhos na própria casa!
Eu considero extremamente importante para qualquer indivíduo em idade escolar o convívio com gente, muita gente! Pessoas de sua mesma idade, da sua sala, da mesma série; alunos mais novos, mais velhos, de séries diferentes; autoridades que não são os pais, como os professores, pedagogos, diretores e pessoas de outras profissões, como o motorista do ônibus escolar, do ônibus de transporte coletivo, faxineira, o vendedor de algum barzinho ou de alguma loja que se frequenta ao lado ou próximo à escola, etc, etc, etc. Conviver e conhecer gente nova, pessoas diferentes, é indispensável para o desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer indivíduo. Acredito que frequentar a escola e ter o acompanhamento dos pais ao rendimento dos filhos no colégio e ensinamentos e cobranças extras em casa seria o ideal e suficiente, sem excessos de um lado nem do outro!



sábado, 10 de março de 2012

A vida como ela é


"1. A vida não é fácil; acostumem-se a isso.

2. O mundo não está preocupado com a vossa auto-estima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês se sentirem bem convosco próprios.

3. Vocês não vão ganhar 5000 euros por mês assim que saírem da Universidade. Vocês não serão diretores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o seu próprio carro e telefone.

4. Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.



5. Vender jornais velhos ou trabalhar nas férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: a “isso” chamam oportunidade.

6. Se vocês fracassarem, a culpa não é dos vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.

7. Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração, desejando consertar os erros da geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.



8. A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas vocês não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas vocês precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos… Façam bem à primeira!

9. A vida não está dividida em semestres. Vocês não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.

10. A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que largar o “barzinho” ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja simpático com os “estudiosos” - aqueles estudantes que muitos julgam que são uns idiotas. Existe uma grande probabilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles."

Bill Gates (exceto título)


domingo, 19 de fevereiro de 2012

Transporte coletivo no Brasil: Políticos vs População

Ninguém merece andar de ônibus, não é mesmo? Não dá!! Não dá pra aturar os idiotas ouvindo música alta! Não dá pra aturar homens sem camisa! Não dá pra aturar os constantes atrasos! Não dá pra aturar pessoas não/mal treinadas para exercer sua função de trabalho! Não dá pra aturar ignorâncias! Não dá pra aturar falta de respeito! Não dá pra aturar falta de higiene! Não dá pra aturar!!! 
Os especialistas sempre falam que a alternativa para descongestionar o trânsito e o caos que passam as grandes cidades brasileiras no dia-a-dia é a utilização em massa do transporte coletivo.
Antes de propor minha opinião a respeito, quero, a princípio, diferenciar transporte 'coletivo' de transporte 'público'.. pois bem.. Transporte público é aquele que é (ou deveria ser) disponibilizado gratuitamente para a população, ou seja, teria que acontecer em todo o Brasil, sem exceções, já que está previsto na Constituição Federal (Inciso XV do artigo 5º da C.F.: é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens. Fonte: Senado Brasileiro / Colaboração: Jonatan Rocha do Nascimento, bacharel em Direito). Portanto, o preço das passagens de ônibus deveriam ser zerados, ou seja, não deveria ter preço nenhum! E ainda temos que pagar absurdos em pedágios porque governos não querem a responsabilidade de administrar nossas estradas. Já o transporte coletivo é aquele que abrange muitas pessoas, ou seja; um simples carro particular com cinco ocupantes, por exemplo, já pode ser chamado de "transporte coletivo", ou mesmo o transporte realizado por vans, os próprios trens, metrôs, ônibus e inclusive táxi! Concluindo, de modo generalizado, o nosso direito de ir e vir não é cumprido; não existe transporte público no Brasil. Utiliza-se erroneamente esta expressão, quando deveria-se serem mais específicos!
Agora voltando ao assunto inicial, um questionamento: Se essa ideia dos especialistas é tão difundida, por que esse ideal não é adotado pelas autoridades e por que a população não cobra efetivas providências e não aderem à essa sugestão?
Bem.. eu vou tentar responder, conforme minhas convicções!
Política não é algo fácil.. em nenhum sentido: Não é fácil um executivo que se preze trabalhar para o povo porque existem interesses partidários e legislativos que não deixarão isso acontecer. Não é fácil tirar um executivo corrupto e influente do seu cargo porque o político brasileiro, mais do que nunca, sempre consegue o que quer com jeitinho.. dinheirinho.. dolarzinho cá.. carguinho acolá.. Não é fácil a aprovação de uma lei que melhorará de fato condições variadas para o bem estar do nosso povo porque isso demanda mais gastos do dinheiro público (como se fosse desperdício de verba pública), além também, dos já citados interesses de partidos.
Contudo, por outro lado, temos o nosso povão.. maravilhoso povão.. ou não tanto assim!! Por que reeleger políticos dinossauros com uma ficha gigantesca de casos de corrupção, desvio de verbas, contratos superfaturados, fraudes, "caixa dois", "mensalão", dinheiro na cueca, etc, etc e mais etc?? Já passou da hora de pararmos de ter orgulho em falar "eu odeio política", "nenhum político presta", "todo político é corrupto", ...O brasileiro não sabe o que acontece com a política do seu país, com a economia, a posição da nossa nação perante a geopolítica internacional. Com um povo ignorante não dá pra ser primeiro mundo. Temos a priori que sermos conscientes, bem informados.. para a partir daí formarmos nossa opinião, desenvolver crítica e não ficar à mercê da imprensa e sermos submissos à informações persuasivas que nos atacam cotidianamente como vírus maliciosos! Talvez nossa ignorância parta do princípio da formação do nosso país, submisso aos portugueses durantes séculos.. talvez parta da má qualidade de vida do nosso povo que não tem acesso à educação (de qualidade) e por isso não consegue se desenvolver intelectualmente.. talvez parta da nossa má vontade, preguiça, covardia!


Não é por acaso que o maior sonho do brasileiro, desde que eu me entendo por gente, é a casa própria em primeiro lugar e o carro em seguida. Isso remete ao fato de não termos garantia sequer à uma moradia (decente), enquanto o governo está se escaldando pela nossa economia estar ultrapassando a de países desenvolvidos, de primeiro mundo, mas se esquece que nosso IDH está longe de ser comparado ao de um país nortista.



domingo, 29 de janeiro de 2012

Comparativo de sedãs médios: Corolla x Civic x Cruze x Fluence x Elantra x 408

Como de costume, preparei umas imagens bem bacanas pra gente poder curtir! Selecionei imagens semelhantes dos principais sedãs médios vendidos no Brasil, tendo um representante americano, dois europeus e três asiáticos. É isso mesmo.. dessa vez tem mais asiático que tudo!!
Os já tradicionais e mais vendidos da categoria no mercado brasileiro, Corolla e Civic, enfrentam, dessa vez, Cruze (substituto do Vectra), Fluence (substituto do Mégane), 408 (substituto do 307 sedã) e Elantra..

As fotos estão, todas, seguindo a seguinte ordem:
Toyota Corolla - Esquerda/Acima
Honda Civic - Direita/Acima
Chevrolet Cruze - Esquerda/Meio
Renault Fluence - Direita/Meio
Hyundai Elantra - Esquerda/Abaixo
Peugeot 408 - Direita/Abaixo

Observe as fotos e os números de alguns dados e comente!


Painel do Chevrolet e do Hyundai são mais atraentes. Civic tenta simular um escritório ambulante com a curvatura direcionada ao motorista; Também aumenta a sensação de maior controle do carro e talvez também maior visibilidade dos recursos do painel. Corolla é prático. Peugeot muito simples. Renault decepciona.


Traseira do Civic piora em relação à versão anterior do sedã. Fluence não tem boa aparência. Corolla traz poucas modificações. Chevrolet demonstra bom gosto no Cruze mas poderia ter mais traços na traseira pra ser um pouco mais requintado. Elantra agrada com suas curvas mas o terceiro volume é muito alto, e por isso, o para-brisa traseiro é pouco inclinado, o que dificulta a visualização do motorista pelo retrovisor central. O destaque do 408 é a simetria até nos canos de escape.



Japoneses mudam pouco mas continuam atraentes. Cruze agrada. Traços do Fluence não convencem. Frentes do Honda e do Chevrolet são as mais imponentes. Elantra mostra belas curvas e traçados. 408 não foge do estilo padrão dos carros da Peugeot.




 Definitivamente o Renault Fluence não apresenta um boa estética. Poucas mudanças nos asiáticos refletem a cautela de Toyota e Honda em fazer modificações bruscas em seus modelos de grande venda mundial. Cruze mostra-se elegante. Civic tem um aspecto mais executivo. Destaque do Hyundai, novamente são seus traços curvos. 408 também exibe muito bem suas formas.




408 têm os maiores valores "entre-eixos", comprimento e largura, o que significa maior conforto e espaço interno para o modelo. Francês da Peugeot é também o mais alto.
Civic aumenta volume do porta-malas em relação à versão anterior mas ainda está em penúltimo na comparação. Fluence é o que tem o maior bagageiro, seguido do 408 e do Corolla.
Com a menor altura, sedã da Honda é o que apresenta maior estabilidade. O outro modelo japonês não se destaca como vencedor ou perdedor em nenhum dos números, assim como o Cruze.
O modelo sul-coreano tem o menor porta-malas e Civic o menor comprimento.
No geral, Peugeot 408 é o campeão nesses dados, só perde na capacidade do porta-malas para o Fluence, que é o segundo melhor avaliado nos números.



 Símbolo da Chevrolet é o único que foge da tradicional cor metálica. Conjunturalmente, Fluence tem bela aparência, entretanto, em análises frontal, lateral e traseira, individualmente, não convence tanto. O francês 408 e o sul-cereano se destacam pelas suas curvas.



Todos os seis possuem lanternas traseiras que invadem a tampa do porta-malas, sendo o Civic o mais tímido.

OBS.: Todas as fotos e números são referentes aos modelos 2012 de cada representante aqui mostrados.

Eaew.. qual o seu favorito? Qual o mais bonito interna e externamente? Deixe sua opinião!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Estado de Emergência, Calamidade Pública, Alerta, ... Qual a diferença? Para que servem?

dois tipos de "estados" que podem ser decretados: os que se referem à segurança nacional (de defesa e de sítio) e os relativos a desastres naturais (estado de observação, alerta, emergência e calamidade pública). O estado de defesa e o de sítio são decretados em casos excepcionais, como revoltas populares ou situações de guerra. Eles servem para aumentar o poder do governo nesses momentos de risco. A outra categoria serve para classificar desastres como chuvas fortes e grandes estiagens, que podem atingir áreas restritas (como uma cidade) ou até um país inteiro. Por isso, podem ser decretados por vários níveis de governo - do municipal ao federal. As duas categorias se fundem em determinadas situações. Quando o furacão Katrina arrasou Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005, foi decretado na região estado de calamidade pública. No entanto, quando rolou uma onda de saques, o estado passou a ser de sítio, pois a segurança da região estava ameaçada.



Órgãos como o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), que monitora as chuvas em São Paulo, deixam a cidade em permanente estado de observação (ou atenção) na estação chuvosa — de novembro a março. Isso é divulgado na imprensa para que a população esteja pronta para tomar medidas preventivas contra inundações e alagamentos.



Na prática, também é um alerta prévio para que a população tome medidas preventivas — evitando transitar por determinadas regiões da cidade onde já chove forte, por exemplo. Os órgãos da defesa civil também são avisados de que pode vir problema sério por aí — alagamento, enchente, inundação, deslizamento de encostas — e ficam de prontidão.



Temporais de arrasar costumam caracterizar a adoção do estado de emergência. Outros desastres que podem levar a essa medida são incêndios em áreas extensas e o rompimento de barragens, por exemplo. Decretado o estado de emergência, o município ou estado atingido pode pedir recursos ao governo federal para reparar os estragos.



Os cidadãos podem perder o direito de ir-e-vir e edifícios comuns podem ser usados como prisão. Além disso, há restrições à liberdade de imprensa e o Exército pode ser convocado para fazer busca e apreensão na casa de suspeitos.



Ocorre quando há chuvas e alagamentos fora de controle, associados a desastres como deslizamentos de terra, e muitas mortes. Um exemplo foi o furacão Catarina, que, em 2004, colocou várias cidades no sul do Brasil em estado de calamidade pública. Os governos podem fazer compras sem licitação.



Essa situação é provocada quando a ordem pública ou a paz social está ameaçada, seja por motivos políticos/sociais, seja por desastres naturais. Alguns direitos dos cidadãos são suspensos, como o direito de reunião, o sigilo de correspondência e o sigilo de comunicação telegráfica e telefônica. O governo também pode desapropriar temporariamente prédios públicos — como escolas — para atender a desabrigados.

>> Fonte: Portal "Mundo Estranho" (Abril)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

E se os carros fossem Pokemons?

E se os carros fossem Pokemons? Como seriam as evoluções? Tentei representar essa ideia aqui, porém, sem levar em consideração o passar do tempo, porque ficaria muito óbvio (por exemplo: a evolução do caro "X" seria a passagem do seu modelo 2011 para 2012).
Optei por fazer as devidas evoluções considerando carros da mesma marca, ...e começo com a Fiat:


A evolução se dá com: Pálio >> Punto >> Bravo, seguindo inclusive, a ordem nivelada, com o Pálio sendo popular e o Bravo hatch médio. Os italianinhos são bem semelhantes!!
Continuo com a estadunidense Chevrolet:


Para a GM, seguem: Corsa >> Meriva >> Zafira.
Chegando ao Japão, são os sedãs a bola da vez!

Honda City >> Civic.
Agora é a vez da Citröen, com seus modelos à francesinha!!


São quatro representantes da marca, sendo eles: C3 >> C4 >> Xsara Picasso >> C4 Picasso.

Agora, retorno à Fiat, com suas pick-ups de cabines simples, estendida e dupla, que não se encaixam muito bem na ideia inicial do post (que é a não repetição de modelos, o que não ocorre com o Fiat Strada, variando apenas em suas versões), mas quero colocá-las aqui também!


Obviamente, as versões da Strada, à medida que evoluem, aumenta o tamanho da cabine e diminui a capacidade de carga.

>> Para quem adora (va) Pokemon, veja esta montagem que fiz clicando aqui !! 

Gostaram? Alguém tem alguma sugestão? Deixe seu comentário!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Reverência ao destino

"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.





















Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata."

Carlos Drummond de Andrade


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