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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O senhor "Por que...?"

O que é o ser?
O que é o estar?

Essência?
Momento?

Quando serei quem desejo ser?
Como serei quando for quem desejo ser?
Quem serei?
Quem sou?

Por que fazer perguntas?
Por que existem respostas?
Por que, por vezes, não há respostas?
E por que, por vezes, não conseguimos fazer perguntas?

Por que existe o "Por que...?"?
Será que o senhor "Por que...?" é tão poderoso assim?
Será que o senhor "Por que...?" é do bem?
Será que o senhor "Por que...?" é do mal?

O senhor "Por que...?" sabe ser?
O senhor "Por que...?" sabe estar?
O senhor "Por que...?" sabe?

Por que, senhor "Por que...?"? Por quê?




quarta-feira, 24 de junho de 2015

Por um fim

Costumamos fazer aos outros o que fizeram ou fazem à gente, de uma forma ou de outra. Mas não sou mau. Não posso nem conseguiria. Mas me assombram coisas aqui dentro. Um sentimento de vingança que não sei até quando poderá ser derrotado pelo meu próprio eu.

É difícil conseguir entender repostas para os mais variados porquês. Quando há respostas, é preferível inventar um mundo imaginário e vivê-lo. Tamanha complicação desta triste e amargurada vida sem consentimentos, sem perdões, sem atenções, sem averiguações. Será que existem corações? Poeticamente bonito, o coração leva a fama de abrigo dos sentimentos. Palpitando ou em lástima, o soldado protegido pelo miocárdio não passa de um personagem criado pelo maior dos românticos roteiristas que o fez vítima das sensações e emoções, enquanto o coitado do cérebro perde função e ainda se torna opositor do mais vermelho dos órgãos.

Pobre cérebro, que não consegue armazenar o que se quer por ter que conviver com as mais tenebrosas experiências sociais que o deterioram. Maldita vida. Pare, coração! Pare! Isso você pode fazer e/para aniquilar o sistema.

















O fazer aos outros enfrenta o que os outros me fazem. Tudo versus nada. É como parece ser, ou de fato, é. Não percebo movimentos que me levam para um bom viver, um bom lugar, onde eu possa, enfim, morar. A casa onde habito não passa de uma edificação endereçada. Morar é diferente. É outra coisa. E deve ser incrível. Ah, como eu queria morar! Transformar um algo em lar.

É difícil ser quem se deseja ser quando a cada segundo há de se enfrentar gigantes dragões famintos de penúria. Pobre eu. Mal tenho para mim. Tenho que oferecer aos outros. Malditos dragões. Consumidores de alma. Seus faros detectam meu frágil ser e ainda o suga ao extremo. Como podem não sofrer retaliações? Será que precisará do tal do juízo final para enfim minha hora chegar? Se for assim, que seja, então, logo, já. Não aguento mais escrever uma biografia aos prantos, amargurada. Minha expressão facial me denuncia. Não mais consigo disfarçar. É muito para um ser tão pequeno que tem que absorver nuvens densas de cinzas, que intoxica, mata aos poucos. Novamente tornam as teclas do meu computador alvo de água salgada fruto de escritas amarguradas em tristeza sem fim. Ao relógio, e ao acaso, imploro por resposta rápida. Não gosto, não costumo pedir, mas dessa vez está demais. Imploro por um fim.

domingo, 14 de junho de 2015

Desmistificar

Desvendar os teus segredos
Navegar nos teus mistérios
Escrever o enredo
Selar um elo

Rascunhar assinaturas
Chegar a um final
Desmembrar a força bruta
Do meio técnico-científico-informacional

Penetrar no teu olhar
Sentir a melodia da canção
Descobrir como ficar
Ascender a escuridão

Escrever palavras cansadas
Desmistificar o sinal
Viver a pátria amada
Do sistema mundo moderno-colonial


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Dizem coisas ruins

Nas Ilhas Salomão
Quando os nativos querem parte da floresta para agricultura
Eles não cortam as árvores
Eles simplesmente se juntam ao redor delas
E gritam xingamentos
Dizem coisas ruins
E em alguns dias
As árvores secam e morrem
Elas morrem sozinhas



>> Do filme "Como estrelas na terra"

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Meus queridos erros

Uma das coisas peculiares da vida real é que nela é difícil separar os acertos dos erros, mesmo com a distância do tempo. Nos filmes, nos livros, ou em qualquer outra forma de narrativa ficcional, a gente sabe quando os personagens estão a ponto de cometer uma grande burrada. Os eventos se alinham de tal forma que se nota que aquele momento - ou aquela pessoa – é decisivo para o futuro da história. A vida não é assim.
Na vida, a gente nem sabe se está numa comédia ou numa tragédia. Os grandes eventos passam disfarçados de coisas banais e as pessoas de grande importância entram em cena sem que a música tema as anuncie. Nós fazemos escolhas decisivas, de forma instantânea, sem ter a menor ideia de como a historia vai acabar. Ou pelo menos em que direção deveria se encaminhar. Assim, de olhos bem fechados, cometemos erros enormes, que com o correr do tempo se revelam acertos essenciais. Podendo também ocorrer o contrário.

O certo é que não sabemos o que estamos escolhendo. É certeza, também, que não há certo ou errado absoluto. Existe apenas a vida em movimento. Ela nos carrega na direção indicada por nossas escolhas como barquinhos de papel na corredeira. Nessa viagem, em que o poder de controle é tão pequeno, mais importante que o destino talvez seja a aventura.

Hoje em dia, lembro com carinho até de pessoas que me fizeram sofrer. Talvez seja assim com todo mundo. No momento da ruptura ou do abando, quando o mundo parece desabar ao nosso redor, as escolhas que nos levaram àquela pessoa parecem desafortunadas. Melhor seria jamais ter conhecido. Melhor seria nem estar vivo eu dizia. Bobagem. Algum tempo depois, sem que a gente perceba, o sentimento vai virando outra coisa. A percepção sobre aquele momento e sobre aquela pessoa vai se transformando. Os traumas ficam, mas a ventura e a desventura daquele afeto se incorporam à vida como elemento essencial. O julgamento perde o sentido. Aquilo foi um acerto ou foi um erro? Aquilo foi bom ou foi mau? Não interessa. Apenas foi, e isso é o mais importante.

Quando a gente dá um passo, ou toma uma decisão, abrem-se diante de nós um leque de novas possibilidades. Esse é um fato essencial da vida, embora fartamente ignorado. Nós somos condicionados a pensar no futuro como extensão passiva do presente, como um mero prolongamento do momento atual, mas o futuro é qualquer coisa menos isso. Cada gesto, cada forma de ação, cria o seu próprio futuro – e nele vamos nós, com nosso valoroso barquinho de papel em meio à corredeira.

Ao nos envolvermos com alguém diferente de nós, morremos de medo. Aquilo nos parece inadequado. Um erro, certamente. Mas não. Com essa pessoa desconhecida construímos uma densa intimidade. Com ela descobrimos novos hábitos, novas maneiras de olhar o mundo, formas diferentes de ser feliz. Rimos, dançamos, erguemos memórias. Mesmo que o romance não dure, mesmo que o final nos entristeça, (foi um erro terrível, dizemos a nós mesmos), sua consequências permanecem, todas boas. Nas ideias, nas roupas, nos amigos, até na imagem que fazemos de nós mesmos. Então onde estava o erro? Não havia erro. Houve apenas um momento lindo, que acabou.


Eu poderia escrever sobre assunto para sempre. Acho que ele define um dos aspectos essenciais da vida. Mas vocês não merecem tanta chatice. O essencial, eu acho, é perceber que os nossos relacionamentos não se dividem entre certos e errados. Ou entre erros e acertos. A vida é mais complicada e mais simples do que isso. Nela, as coisas se misturam e se transformam. O resultado final não define a importância da partida. Mais vale a experiência. Mais vale ter vivido do quer ter estado certo à margem da vida. Pelo menos é o que eu acho.

Texto de Ivan Martins, colunista de 'Época'

sábado, 4 de abril de 2015

A balança

Coloque na balança
tudo o que já te fizeram
seja de tão longe
seja de tão perto

Coloque na balança
teus anseios mais secretos
seja enxergando
seja estando cego

Coloque na balança
tuas dores e agonias
seja pela morte
seja pela vida


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Acreditamos

Não é à toa que só se vê postagens, publicações, textos, ..., com infinidades de coisas ruins relacionadas ao nosso país. Somos um povo pessimista. Só enxergamos o lado ruim das coisas, da nossa pátria (amada?). Somos viciados nisso. Não é à toa! Reproduzimos o que nos é passado. O que nos é passado é tudo o que há de ruim nesse Brasilzão. Malditos informes! Nos contaminam. Nos cegam. Nos escravizam. Vangloriam nossa democracia. Que democracia? Não sabemos, mas acreditamos que existe porque é isso que colocam em nossas cabeças. Assim, essa democracia nos faz falarmos o que queremos. Mas na verdade, não falamos o que queremos. Na verdade, falamos o que uns nos dizem o que é pra falar. É isso! É assim que funciona. Nos dizem que isso é opinião e liberdade de expressão. Somos bobos. Acreditamos!

Acreditou?

sábado, 8 de novembro de 2014

Motorola Moto E x LG L50 Sporty x Alcatel Pop C5 x Sony Xperia E1 x Nokia Lumia 630 x CCE Motion Plus SC452 x Positivo S460 x Philco Phone 500 x Samsung Galaxy Core Plus

Este é o nosso segundo comparativo de smartphones! O primeiro reuniu os modelos Motorola Razr D1, Nokia Lumia 520, CCE SM70, Sony Xperia E, Samsung Galaxy Young e LG Optimus L4 II.

Com o mesmo objetivo do primeiro, este comparativo é uma tentativa de auxiliar na escolha de um smartphone básico, mas que oferece bons recursos e usabilidade ao usuário. Para tanto, não contamos com smarts de preço muito básico, como bem sabemos que encontramos modelos no mercado podendo gastar algo em torno de quatrocentos reais, contudo, também não exageramos, e temos no embate modelos que podemos gastar até R$ 600,00 para sua aquisição (na maioria das vezes, bem menos que esse valor!).

Temos, então, 9 combatentes de 9 marcas diferentes, que já é um dos nossos critérios: um aparelho por marca! Todos contam com 3G, Bluetooth, Wi-fi, GPS e touchscreen. Os critérios de avaliação serão os mesmos do comparativo anterior, entretanto, com uma separação na avaliação da câmera.

Como de costume, temos fotos dos modelos e uma tabela de comparação quantitativa.





Estes são, portanto, os modelos que se enfrentarão aqui. Temos a Positivo, Alcatel e Philco como marcas adicionais em relação ao comparativo anterior.

Segue a tabela:







Agora é o momento de transformarmos essas especificações em números, fazermos umas contas simples e, por fim, chegarmos ao nosso ranking!
Vamos, então, hierarquizar os modelos conforme as características acima colocadas:

SISTEMA OPERACIONAL:
1º - Motorola Moto E / LG L50 / Sony Xperia E1
2º - Samsung Core Plus
3º - Positivo S460 / Alcatel Pop C5 / CCE SC452
4º - Philco 500
Xº - Nokia Lumia 630

- Neste item não cabe qualificar o WP como melhor ou pior que o Android, por isso uma colocação indefinida "X" para o Lumia.

CHIP:
Empate entre todos os modelos neste quesito; Dual-chip (dois chips).

TV:
1º - Motorola Moto E / LG L50 / Sony Xperia E1/ Samsung Core Plus / Positivo S460 / Alcatel Pop C5 / CCE SC452 / Nokia Lumia 630
2º -  Philco 500

- O aparelho Philco Phone 500 é o único a não apresentar TV. Lembrando que há versões de alguns modelos que não vêm com este item. Aqui estão sendo consideradas as versões com TV.

CÂMERA:
Principal:
1º - Philco Phone 500
2º - Samsung Core Plus / LG L50 / Positivo S460 / CCE SC452 / Alcatel Pop C5
3º - Motorola Moto E / Nokia Lumia 630
4º - Sony Xperia E1

Frontal:
1º - CCE SC452
2º - LG L50 / Samsung Core Plus / Positivo S460 / Alcatel Pop C5 / Philco Phone 500
3º - Motorola Moto E / Nokia Lumia 630 / Sony Xperia E1

- Para o ranking da câmera principal, foi levado em consideração a quantidade de MP junto a ter ou não o flash. Para câmera secundária foi considerado o valor de megapixels.

TELA:
1º - Motorola Moto E
2º - Nokia Lumia 630 / CCE SC452 / Alcatel Pop C5
3º - Sony Xperia E1 / LG L50 / Positivo S460
4º - Samsung Core Plus
5º - Philco Phone 500

- Para este quesito, foi levado em conta a relação do tamanho da tela junto à resolução. Por exemplo, um aparelho de resolução maior com tela do mesmo tamanho do concorrente fica em vantagem pela distribuição de pixels na tela, que por consequência, é mais densa (a proporção).

PROCESSADOR:
1º - Nokia Lumia 630
2º - Motorola Moto E
3º - Philco Phone 500 / Samsung Core Plus
4º - LG L50 / Alcatel Pop C5
5º - Sony Xperia E1 / Positivo S460 / CCE SC452

- O ranking deste item leva em consideração a relação entre GHz, quantidade de núcleos (Dual-Core = 2 núcelos; Quad-Core = 4 núcleos) e a memória RAM.
O Lumia ficou na liderança por ter 4 núcleos. O Moto E da Motorola se isolou na segunda colocação por ter a maior RAM, de 1GB, que proporciona maior leveza de processamento. Em terceiro, os modelos da Samsung e Philco empatam também por terem mais RAM que os demais. Os 5 megas de RAM a mais no Philco em comparação ao Samsung não se faz fator a isolar o Phone 500, por se tratar de uma diferença muito pequena. L50 e Pop C5 empatam em 4º por terem 0,1GHz a mais que os demais e os mesmos 512MB de RAM. Não acredito que esse valor a mais (de GHz) do processador seja o suficiente para compensar a relação RAM e capacidade de processamento dos modelos na posição acima (Phone 500 e Core Plus), por isso o ranking desta forma. Por último, as capacidades de processamento mais modestas entre os competidores.

MEMÓRIA:
Interna:
1º - Nokia Lumia 630
2º - Sony Xperia E1 / Motorola Moto E / Philco Phone 500 / Samsung Core Plus / Positivo S460 / CCE SC452 / LG L50 / Alcatel Pop C5

RAM:
1º - Motorola Moto E
2º - Philco Phone 500 / Samsung Core Plus
3º - LG L50 / Positivo S460 / CCE SC452 / Alcatel Pop C5 / Nokia Lumia 630 / Sony Xperia E1


Agora vamos atribuir pontuação conforme as posições dos aparelhos nos rankings, que será a seguinte:
1º - 100 pts
2º - 70 pts
3º - 50 pts
4º - 30 pts
5º - 20 pts

Agora, vamos contar quantas vezes cada modelo se viu em cada colocação. Vamos separar por marca para evitar a escrita e leitura de muitos nomes. Em ordem alfabética, temos:

Alcatel
1º = 1 vez(es)
2º = 4 vez(es)
3º = 2 vez(es)
4º = 1 vez(es)
5º = 0 vez(es)

CCE
1º = 1 vez(es)
2º = 5 vez(es)
3º = 2 vez(es)
4º = 0 vez(es)
5º = 0 vez(es)

LG
1º = 2 vez(es)
2º = 3 vez(es)
3º = 2 vez(es)
4º = 1 vez(es)
5º = 0 vez(es)

Motorola
1º = 4 vez(es)
2º = 2 vez(es)
3º = 2 vez(es)
4º = 0 vez(es)
5º = 0 vez(es)

Nokia*
1º = 3 vez(es)
2º = 1 vez(es)
3º = 3 vez(es)
4º = 0 vez(es)
5º = 0 vez(es)

Philco
1º = 1 vez(es)
2º = 4 vez(es)
3º = 1 vez(es)
4º = 1 vez(es)
5º = 1 vez(es)

Positivo
1º = 1 vez(es)
2º = 3 vez(es)
3º = 3 vez(es)
4º = 0 vez(es)
5º = 1 vez(es)

Samsung
1º = 1 vez(es)
2º = 5 vez(es)
3º = 1 vez(es)
4º = 1 vez(es)
5º = 0 vez(es)

Sony
1º = 2 vez(es)
2º = 1 vez(es)
3º = 3 vez(es)
4º = 1 vez(es)
5º = 1 vez(es)

Com esses números, temos o Moto E como destaque por ter ficado em primeiro em mais aspectos, e o SC452 da CCE, junto ao modelo da Samsung com amargos 5 vices. Não contamos o quesito Chip por termos tido empate entre todos, ao contrário do comparativo anterior.

*Lá no início, dizemos que o sistema operacional WindowsPhone não seria qualificado como pior nem melhor que o Android, e assim não o classificamos hierarquicamente em seu quesito. Entretanto, temos que atribuir uma nota para a posição, então daremos uma nota entre a pontuação de 1º e 2º lugar, e mais próxima da 1ª, que será 90 pontos.
Chegou, então, o momento de criarmos a equação simples e fazermos a soma das pontuações.

Alcatel
(1x100) + (4x70) + (2x50) + (1x30)
100 + 280 + 100 + 30 = 510 pts

CCE
(1x100) + (5x70) + (2x50)
100 + 350 + 100 = 550 pts

LG
(2x100) + (3x70) + (2x50) + (1x30)
200 + 210 + 100 + 30 = 540 pts

Motorola
(4x100) + (2x70) + (2x50)
400 + 140 + 100 = 640 pts

Nokia*
(3x100) + (1x70) + (3x50) + 90
300 + 70 + 150 + 90 = 610

Philco
(1x100) + (4x70) + (1x50) + (1x30) + (1x20)
100 + 210 + 50 + 30 + 20 = 410 pts

Positivo
(1x100) + (3x70) + (3x50) + (1x20)
100 + 210 + 150 + 20 = 480 pts

Samsung
(1x100) + (5x70) + (1x50) + (1x30)
100 + 350 + 50 + 30 = 530 pts

Sony
(2x100) + (1x70) + (3x50) + (1x30) + (1x20)
200 + 70 + 150 + 30 + 20 = 470 pts

Como observado, não há empates. Portanto, não há necessidade de estabelecer critérios de desempate!
Enfim, nosso ranking. Lembrando que tudo o que foi analisado aqui foi meramente quantitativo.
Aí estão as pontuações de cada modelo:

1º - 640 pontos: Motorola Moto E
2º - 610 pontos: Nokia Lumia 630
3º - 550 pontos: CCE Motion Plus SC452
4º - 540 pontos: LG L50 Sporty
5º - 530 pontos: Samsung Galaxy Core Plus
6º - 510 pontos: Alcatel Pop C5
7º - 480 pontos: Positivo S460
8º - 470 pontos: Sony Xperia E1
9º - 410 pontos: Philco Phone 500

Motorola Razr D1 x Sony Xperia E Dual x Samsung Galaxy Young Duos TV x LG Optimus L4 II x Nokia Lumia 520 x CCE SM70meu ip
Motorola Razr D1 x Sony Xperia E Dual x Samsung Galaxy Young Duos TV x LG Optimus L4 II x Nokia Lumia 520 x CCE SM70meu ip
Motorola Razr D1 x Sony Xperia E Dual x Samsung Galaxy Young Duos TV x LG Optimus L4 II x Nokia Lumia 520 x CCE SM70meu ip
Motorola Razr D1 x Sony Xperia E Dual x Samsung Galaxy Young Duos TV x LG Optimus L4 II x Nokia Lumia 520 x CCE SM70meu ip

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O sacrifício é singular

É difícil dizer adeus. É difícil tomar decisões. Mas também não é fácil passar por certas situações. Talvez não seja o fim. Talvez seja só mais uma crise. Ou talvez não. Outras crises já aconteceram. Outros momentos já machucaram. Muitas lágrimas já se derramaram. E o que se conclui de tudo isso? Qual é o saldo? O que ficou? O que se foi? O quê?
Será que é uma atitude plausível abandonar para não mais machucar? Para não mais se machucar? Sempre tenho mais dúvidas que certezas. Não sei. Fato é que tento ser mais razão que coração, mas é difícil. É difícil romper consigo mesmo. É difícil quebrar os limites de nossas fronteiras. É um desafio. A gente não sabe se o risco vale a pena, a gente não sabe se é a decisão mais correta. Não é fácil acreditar que isso terá algum efeito positivo no futuro. É uma aposta. Talvez seja uma aposta. Outro fato é que dá medo. Medo do arrependimento. Medo de estar perdendo.
Uma dor muito grande é ter a sensação de isso só estar causando reflexões em um dos lados. O sacrifício é singular. Mas por quê? A pluralidade é tão bela! E não há resistência. Por que não há insistência? A força doada não é a mesma força recebida. Por que não houve reação para a minha ação? Me parece que alguns princípios da Física não se concretizam em todas as situações! Me parece que foi um erro ter me submetido a todas as emoções.
Uma história cheia de fatos. Muito estranha. Será que aconteceu mesmo? Senti mudanças, mas será que elas só aconteceram aqui? Fico inquieto com tudo isso. Esse, talvez, seja um grande defeito. Meu. Uma grande fraqueza. Minha. A parte ruim fica toda comigo. É assim que me sinto.
É o fim. Mas... Sabes! Estou sempre aqui!


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Fora da caixa

Ando sob a impressão terrível de que nossas escolhas pessoais estão sendo afetadas por algo equivalente ao padrão FIFA. Se você não acredita, olhe em volta: quem foi a última amiga que você viu ao lado de alguém interessante? Não estou falando de gente bonita ou bem sucedida. Estou pensando numa personalidade original, surpreendente, inesperada. Quando foi a última vez que você mesmo – ou você mesma – saiu com alguém levemente inquietante?
Sozinhos, no escuro do quarto, todos nos sentimos transgressores. Só Deus sabe as coisas que nos passam pela cabeça. Mas, à luz do dia, diante de um mundo cada vez mais homogêneo, em que todos os gostos e valores se assemelham, fazemos o que todo mundo faz – nos aproximamos de gente que preenche o padrão comum de qualidade.

Nele não cabem esquisitos ou solitários. Nele não entram desajustados. Os neuróticos, os tristes, os libertinos estão fora. Os chatos criativos, os tímidos brilhantes, os feios apaixonantes não têm chance. Poetas exagerados e rebeldes exaltados jamais se juntarão a nós. São inconvenientes. Almas artísticas tampouco nos interessam. Gente complicada incomoda. Não queremos confusão, angústia, papo cabeça. Nossa vontade é passar a vida entre gente bonita, bacana e descomplicada.

Se você não cabe nessa descrição, parabéns.

Significa que você não vive num comercial de cerveja, namorando uma moça de comercial de absorvente e caminhando, a passos largos, para construir uma família de comercial de margarina. Significa que a sua vida ainda não é um clichê bem comportado – ou cuidadosamente descuidado – e que nela há lugar para a surpresa. Talvez a chama que faz de você um indivíduo único – e não apenas um consumidor e contribuinte – ainda esteja acesa. Pode ser que você consiga – ou tenha a sorte de – se apaixonar por alguém que não seja um clichê de 120 caracteres. Mas não é fácil.

Nós, coletivamente, perdemos o gosto pela diferença.
Gente que não cabe na caixa – gente que não se encaixa - não nos interessa. Dividimos o mundo burramente entre vencedores e perdedores, como num filme de colegiais americanos, e nos agarramos aos primeiros. Mas a perda que isso causa é enorme. Quem vive fora do bando tem muito a nos contar. A moça de olhar melancólico pode fazer música e poesia, falar outra língua, vir de um país distante. O cara solitário talvez seja um gênio da intimidade, tenha um humor corrosivo, vibre de fúria e indignação com o estado do mundo. Quem não se enquadra e nem se junta pode estar fazendo coisa mais interessante. Talvez criando um mundo novo, quem sabe inventando uma existência mais plena. Quem sabe?

No fundo, quando se trata dos nossos afetos, a pergunta essencial é sempre a mesma: você quer alguém que seja o máximo ou prefere alguém que alargue os seus horizontes deixe você feliz?

Eu prefiro a segunda alternativa. Pessoas muito populares e bem sucedidas, com todo respeito, me parecem uma espécie de lugar comum. São como um filme do qual já se viu o trailer ou um livro cuja história já foi contada. Talvez um sapato que cabe em todo mundo.

Minha limitada experiência sugere que é melhor procurar quem nos surpreenda, alguém que tenha as nossas próprias medidas existenciais. Não porque haja uma alma predestinada a nos fazer feliz ou um relacionamento fadado a resolver a nossa vida. Isso não acontece. Mas há, sim, gente capaz de criar conosco uma conexão intensa e despertar – por décadas ou semanas, não importa – o que há de melhor dentro de nós.

Como não somos assim tão simples, como nossas angústias e aspirações não cabem num comercial da Copa do Mundo, talvez devêssemos buscar essa pessoa que nos toca entre gente como nós: fora dos padrões, fora dos clichês, fora da caixa.



- Texto de Ivan Martins, colunista de 'Época'dietas para perder barriga


sábado, 7 de junho de 2014

13 definições para o amor


1 - "Quando alguém ama você, a maneira como ela fala seu nome é diferente. Você apenas sabe que seu nome está seguro na boca dela." (Billy, 4 anos)

2 - "Amor é o que faz você sorrir quando você está cansado." (Terri, 4 anos)

3 - "Amor é quando você beija o tempo todo. Então, quando você se cansa de beijar, você ainda quer estar junto da pessoa para conversar mais." (Emily, 8 anos)

4 - "Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não." (Patty, 8 anos)

5 - "Amor é quando você diz a um cara que gosta da camisa dele, então ele a usa todos os dias." (Noelle, 7 anos)

6 - "Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois de você tê-lo deixado sozinho o dia inteiro." (Mary Ann, 4 anos)

7 - "Quando você ama alguém, seus cílios sobem e descem e pequenas estrelas saem de você." (Karen, 7 anos)

8 - "Você realmente não deveria dizer “eu te amo” a menos que realmente seja verdade. Mas se for, você deve dizer muito. As pessoas esquecem." (Jessica, 8 anos)

9 - "Amor é quando uma menina coloca perfume e o garoto põe loção de barba do pai e eles saem juntos e se cheiram." (Karl, 5 anos)

10 - "Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta." (Nikka, 6 anos)

11 - "Amor é quando você fala pra alguém alguma coisa ruim sobre você e sente medo que essa pessoa não ame mais você por causa disso, aí você descobre que ela continua te amando e até te ama mais ainda." (Samantha, 7 anos)

12 - "O amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem." (Tommy, 6 anos)

13 - "Amor é quando você oferece suas batatinhas fritas sem esperar que a pessoa te ofereça as batatinhas dela" (Chrissy, 6 anos)




Fontes: TudoInteressante / RazõesParaAcreditar / MensagensComAmor

domingo, 11 de maio de 2014

Convicção

Fé. Crença. Estas duas palavras não podem ficar só na escrita ou na fala. Há a necessidade da ação. De nada adianta crer e/ou ter fé em algo quando as ações não são equivalentes a isso. Para tanto, o compromisso e a transparência têm que andar juntos como esse conjunto, sendo que algo deve preceder tudo isso: a honestidade! A honestidade consigo próprio. Você tem que estar ciente de que escolheu tal caminho e, sobretudo, tem que ter suas noções e saber de suas regras, pois se você se aventura em algo em que sabe de suas diretrizes e que também sabe que não fará o mínimo esforço para cumprir com seus compromissos, você estará sendo um covarde e falso consigo mesmo, e por consequência, estará sendo, também, falso com os outros. O compromisso faz-se presente já neste princípio, em que a dedicação e a honestidade têm que ser fortes o bastante para que se esteja preparado a enfrentar eventuais dificuldades e renunciar às tentações.

Fé. Crença. Significa que se escolheu um caminho a ser seguido. Justo! Todos tem(os) esse direito, mas não podemos cometer a infração de achar(mos) que não existem outros caminhos e, muito menos, que os que eventualmente irão cruzar os nossos são ruins ou inferiores, ou, pior, desmerecer aqueles que os seguem. À vista disso, uma outra necessidade surge: o respeito! Do mesmo modo que eu quero gozar do direito à liberdade de escolher e seguir ou trilhar o meu caminho, eu tenho que respeitar esse mesmo direito do meu semelhante, uma vez que tais escolhas não são qualitativas, ou seja, uma não pode se fazer melhor que a outra ou dessa forma ser julgada. Aqui está, também, a transparência; transparência em aceitar verdadeiramente o outro e sua posição e escolha, ou seja, que o ato da aceitação e do respeito não fique apenas no discurso (o que, por sinal, é algo bastante comum, infelizmente).

Fé. Crença. Não há porque associar estas palavras apenas às religiões. Religião é apenas um tipo de doutrina ou convicção ou conjunto de crenças... enfim, em que pode-se escolher para seguir, mas, é nítido que, em nossa sociedade, a religião é o modo mais comum de se atribuir a estas designações. Entretanto, escolher ou ser convidado a aceitar um caminho ou compromisso vai muito além do âmbito religioso, e estas trilhas fomentam o caráter, a postura e todo um conjunto de fatores que integram o modo de ser de uma pessoa. Daí, então, a necessidade de saber negar, de saber dizer "não". Pode ser doloroso, pode haver resistências, pode haver críticas, principalmente da sociedade, do senso comum, mas pode ser a melhor escolha. Não temos que agradar as pessoas independente de qualquer coisa, não temos que seguir e fazer o que todos seguem e fazem, não temos que ouvir o que todos ouvem, não temos que dizer o que todos dizem, não temos que fazer qualquer coisa para sermos aceitos ou para não sermos designados como díspares. Se eu sigo ou ao menos tento seguir tudo isso, estou convicto de que estou no rumo certo. Se me julgam por essas coisas, por minhas decisões ou escolhas, meu dever é respeitar a posição do outro e não humilhá-lo, não depreciá-lo, mesmo que/se estas atitudes são feitas contra mim. Minha escolha pede que eu seja forte, e como eu abracei a causa, assim eu tenho que ser!



sexta-feira, 18 de abril de 2014

?

O que você FAZ com a
palavra
que ouve na sua igreja?


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O que são 200 calorias em diferentes alimentos?

Qual quantidade de cada alimento possui 200 calorias? É fato e já sabido que os alimentos têm valores calóricos diferentes. Confira aqui a quantidade de alguns alimentos que contêm 200 cal.

Batata frita (73 gramas)
Batata chips (37 gramas)

Abacate (125 gramas)

Açúcar mascavo (53 gramas)

Bacon frito (34 gramas)

Castanhas (33 gramas)

Cebolas vermelhas (475 gramas)

Cereais de fibras (100 gramas)

Cheddar (51 gramas)

Cheeseburger (75 gramas)

Coca-Cola (496 ml)

Doritos (41 gramas)

Ervilhas (357 gramas)

Feijão (186 gramas)


Leite integral (333 ml) 
M&M's (40 gramas)

Macarrão cozido (145 gramas)


Maçãs (385 gramas)
Manteiga (28 gramas)

Melão (553 gramas)

Milho em conserva (308 gramas)

Ovos (150 gramas)

Peito de peru defumado (204 gramas)

Pão de linho (90 gramas)

Pão francês (72 gramas)

Uvas (290 gramas)

Salsicha (66 gramas)

Kiwi (328 gramas)

Matéria retirada do Portal OBVIOUS. Confira a matéria completa aqui.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A sombra que nos habita

Há uma tristeza em nós que sobrevive às maiores alegrias. Todo mundo sabe disso. Freud, Shakespeare, Paulo Leminski. Um dia, inevitavelmente, os neurocientistas irão localizar, com ajuda de ressonância magnética, o vão do cérebro que permanece cinza mesmo no auge da euforia e no ápice da paixão. Então saberemos, com rigor científico, o que sempre soubemos: que a sombra e a melancolia são partes inseparáveis de nós.

Ter isso claro ajuda a entender o que nos passa. Ajuda a compreender nossos humores estranhos. Ajuda a entender uma tarde sombria no auge do verão. Ajuda a aceitar uma noite em claro, o silêncio no meio da festa, a vontade irresistível de chorar ouvindo uma canção no rádio. Também somos assim.

Às vezes temos sonhos de abandono em momentos serenos da vida. Neles, a pessoa que a gente ama vai embora, nos vira as costas, torna-se repentina e irremediavelmente inacessível. A gente acorda de um sonho desses com a alma turva, tomado de desconfiança. Olha cheio de ressentimento para a outra, adormecida ali ao lado, e se pergunta: por quê?

Não acho que exista uma resposta, mas eu tenho uma teoria.

A mim parece que a natureza nos dotou de alarmes. De quando em quando, um deles dispara para nos lembrar, realisticamente, que não há bem que sempre dure. É como se algo em nós dissesse (através do sonho, da inexplicável melancolia, de um pressentimento repentino), “Por favor, não se acostume. As relações não são eternas, a vida não é simples, a dor é inevitável.” Algo em nós avisa que a tristeza faz parte da vida.

Muita gente não está interessada, claro. A moda é parecer feliz e bem-sucedido. Mas essa fachada social sorridente precisa ser posta de lado na intimidade - ou a intimidade não existe. No aconchego de uma relação verdadeira, tem de haver espaço para os nossos medos, as nossas falhas e as inconfessáveis inseguranças. O lado B da alma humana precisa aparecer, nem que seja no escuro. Sem ele a gente não se entende, nem entende o outro.

Isso não cabe na trama das novelas, mas pessoas de verdade têm sonhos e dias ruins. Gente de carne e osso frequentemente parece incompreensível. Certas manhãs, elas nos olham com tanta tristeza que dá vontade de escrever um poema, de abraçar apertado, de segurar pelas bochechas e dizer “Eu sei como é. Eu estou aqui”. Talvez nem adiante, mas faz parte. Estamos nesse mundo também para nos consolar mutuamente.

Por isso acho bacana respeitar minha tristeza e a dos outros. Ela faz parte. Nos livra da idiotia de um sorriso permanente. Nos coloca em harmonia com um mundo nem sempre gentil. Reflete algo de profundo e inexorável da nossa biologia. No final das contas, é parte de nós. Como a alegria. Se não ligarmos para ela durante o dia, virá nos visitar durante a noite, num sonho – do qual sairemos de olhos molhados e sozinhos, até que um abraço nos resgate.


- Texto de Ivan Martins, colunista de 'Época'
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